Já descarto a idéia de unicidade, não consigo acreditar em nada como se fosse a "verdade universal". Tudo molda-se de acordo com sua mente. Mas acredito em verdade íntima, que a verdade de cada um (sobre qualquer coisa) é aquilo em que ele acredita mais ou unicamente. Ou o que mais faz sentido no momento. Eu tenho minhas verdades íntimas, mas tenho abertura para que ela se transforme e não descarto as outras possibilidades, por isso não concordo com a unicidade.
Dentro disso vejo duas possibilidades de pensamento: a dualidade e a multiplicidade.
Na dualidade também descarto a idéia de "bem e mal", na minha concepção isso é muito dogmático e em partes, religioso. Então imagino esse "yin-yang" de uma forma mais fria. Como apenas dois lados de uma moeda. Como ação e reação. A idéia de que tudo tem um oposto. Bipolaridade. Já tive essa forma de pensamento e em algumas coisas ainda me serve. Um exemplo simplista disso seria uma situação em que você consegue distinguir o que seria útil ou não para você.. e dessa forma se sentir melhor. Burlar a mente ou os sentimentos.
Já a multiplicidade funciona de uma forma mais ampla, em que eu utilizo pra analisar. Geralmente antes de partir pra dualidade. É como ver milhares de possibilidades dentro de uma única situação. Escolher uma das possibilidades e partir pra dualidade. Não necessariamente nessa ordem.
Bom, esse processo me ajuda muito, pelo menos quando eu não me confundo ou fico em dúvida entre dois ou mais caminhos. De qualquer forma acho que tenho melhorado cada vez mais nas minhas escolhas e já estou usufruindo das consequências.
Esse foi bem miojão mesmo, só pra atualizar e fixar o raciocínio.
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